Por que a torre de macarons virou a queridinha dos casamentos no Rio
Ela é mesa de doces, decoração e momento fotográfico ao mesmo tempo. Entenda o que faz a torre substituir (ou coroar) o bolo tradicional.

Tem uma mudança silenciosa acontecendo nas festas do Rio: a torre de macarons deixou de ser coadjuvante da mesa de doces para virar a peça central da celebração.
Decoração que se come
Uma torre de 60cm com 300 macarons nas cores do casamento é escultura, sobremesa e lembrança ao mesmo tempo. Ela conversa com a paleta das flores, com a luz do espaço — e rende as fotos que os convidados mais compartilham.
Personalização de verdade
A cada 50 unidades dá para variar cor e sabor. Isso significa uma torre que conta a história do casal: o andar de pistache porque foi o sabor do primeiro encontro, o rosé que combina com o buquê.
Serve melhor que bolo
Sem faca, sem prato, sem fila: cada convidado pega o seu. A torre "desmonta" naturalmente ao longo da festa, e a mesa continua bonita do primeiro ao último macaron.
O toque francês
Macaron é técnica: casquinha fina que estala, recheio úmido, sabor que preenche a boca. Fazemos tudo à mão, com técnica francesa, desde 2013 — e montamos cada torre uma única vez, para uma única história.
Quer ver a torre com as cores do seu evento? Chama no WhatsApp que enviamos simulações.